AS MODERNINHAS PAG SEGURO

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Não à Constituinte exclusiva, por Michel Temer

Analisem o artigo do então Vice-presidente da República Michel Temer, enquanto Deputado Federal.


"Não à Constituinte exclusiva, por Michel Temer
(Artigo escrito em 2007 pelo atual vice-presidente da República, Michel Temer - PMDB-SP) 
Constituinte significa rompimento da ordem jurídica. Romper a ordem jurídica significa desestabilizar as relações sociais.
Afinal, o direito existe para fixar as regras do jogo, tornando seguras as relações das mais variadas ordens: trabalhistas, comerciais, tributárias, cíveis, eleitorais. Quanto menos se modifica a estrutura normativa, maior estabilidade ganhará o país.
Quanto mais estável a ordem jurídica maior a segurança social. Uma constituinte torna instável a segurança jurídica porque ninguém saberá qual será seu produto.
Lamentavelmente, cultivamos a mania de legislar a todo instante e quase sempre de maneira provisória. Costuma-se entender que Poder Legislativo produtivo é aquele que fabrica grande quantidade de leis, como se fora um sistema fabril.
Por outro lado, uma constituinte só pode ser convocada para abrigar situações excepcionais. Somente a excepcionalidade político-constitucional a autoriza. Foi assim com a Constituinte de 87/88. Saímos de um sistema autoritário para um democrático, e a nova norma jurídica deveria retratar, como o fez, a nova moldura.
Sob essa configuração, é inaceitável a instalação de uma constituinte exclusiva para propor a reforma política. Não vivemos um clima de exceção e não podemos banalizar a idéia da constituinte, seja exclusiva ou não.
Seu pressuposto ancora-se em certo elitismo, porquanto somente pessoas supostamente mais preparadas e com maior vocação pública poderiam dela participar. O que, na verdade, constitui a negação do sistema representativo. Numa sociedade multifacetada como a nossa, multiforme há de ser a representação popular.
Com todos os defeitos, o Congresso representa as várias classes sociais e os mais diversos segmentos produtivos do país. Para realizar a reforma política, não é preciso invocar uma representação exclusiva. Basta mexer com os brios dos atuais representantes, que se animarão a realizá-la.
Aliás, para fazer justiça ao atual corpo parlamentar, os debates sobre a reforma política se processam intensamente. Trata-se de uma das matérias mais discutidas dentre as que têm sido objeto das campanhas eleitorais.
Com erros e acertos, o fato é que ela prossegue. E certamente continuará a figurar na ordem do dia. Isso não quer significar que sejamos contra consultas populares, até porque, nos termos da Constituição atual, "o poder emana do povo que o exerce diretamente" (grifo para "diretamente"). 
O que pode ser realizado, para exemplificar, é uma autorização popular, plebiscitária, para permitir a revisão do pacto federativo e de outras matérias que são imodificáveis no texto constitucional (as chamadas clausulas pétreas). E, desde que, faço o alerta, não se pense em modificar os direitos e as garantias individuais e os direitos sociais.
Tudo indica que esse é o melhor caminho, até porque, convenhamos, há questões complexas a serem equacionadas: como realizar uma constituinte exclusiva? Os atuais parlamentares poderiam dela participar? Se participassem, teriam dois mandatos, um constituinte e um ordinário? Quem participa da constituinte exclusiva pode ver cerceado seu direito de cidadão para participar de uma legislatura ordinária? Não seria uma restrição à cidadania? Como funcionariam a constituinte exclusiva e a legislatura ordinária?
Haveria concomitância de atividades?
Durante a Assembléia Constituinte 87/88, lembro, só funcionou a atividade constituinte.
Em suma, uma constituinte exclusiva para a reforma política significa a desmoralização absoluta da atual representação. É a prova da incapacidade de realizarmos a atualização do sistema político-partidário e eleitoral.
Minha crença é a de que chegaremos a bom termo. Bem ou mal, a Câmara já tratou a questão da fidelidade partidária. E o Senado Federal já aprovou regra referente às coligações partidárias. Na pauta, persistem proposições sobre financiamento de campanha e o sistema de voto para eleição dos representantes. Nas últimas eleições, já se proibira certo tipo de propaganda dos candidatos.
Ou seja, muito já foi feito. É claro que resta incluir temas importantes, como o da suplência de senadores. Tudo isso, porém, continuará a ser debatido. Não há intenção de extinguir o debate na atual legislatura ordinária.
Michel Temer, advogado e professor de Direito Constitucional da PUC-SP, é deputado federal (PMDB-SP) e presidente nacional do partido."

Com todo esse empenho em convencer a não reforma política, isso não reflete nas necessidades da grande massa que deseja de ações eficazes.
 

Dilma propõe Constituinte exclusiva para reforma política | Política: Diario de Pernambuco

http://www.eleconomistaamerica.com.br/sociedad-eAm-brasil/noticias/4938593/06/13/Dilma-Roussef-prope-5-pactos-para-atender-vozes-da-ruas-que-querem-mudar-o-Brasil.html
  


A reforma Política deve ser feita com foco na redução dos gastos com os agentes políticos, bem como viabilizar informações, os meios de ação para combater a corrupção e a devolução dos desvios do dinheiro público.

  Abaixo podemos vê a situação da transposição do Rio São Francisco. Vem a pergunta por que gastar muito com a construção de estádios que serão usados para eventos em curto prazo e investirem pouco na base de sustentação de muitas pessoas do Nordeste, que precisam de água.

  O que podemos fazer para mudar? Ficar parado? Apanhar anos e anos na cara, sem reagir? O que fazer gente?
A resposta está nas necessidades da coletividade. Abaixo da foto tem um link de uma reportagem sobre uma Constituinte exclusiva para reforma política, veremos como será feita.




Dilma propõe Constituinte exclusiva para reforma política | Política: Diario de Pernambuco

sábado, 22 de junho de 2013

GOLPE? Que golpe? Vamos entender mais!







   Prezados leitores, eu Ricardo Fernandes dos Santos, conhecido por Mimoso, entrei numa discussão no Facebook quando ele posto e fez uma campanha apoiando Dilma contra um possível GOLPA,  ao qual ele mesmo diz que a esquerda está por traz desse movimento de manifestações pelo BRASIL.

   Na minha visão todo cargo político deve ser temporário, como é, mas não está sendo conduzido, como deveria sê-lo.

   Quero dizer: O ex-presidente Lula sucedeu Fernando Henrique Cardoso, e passou 8 anos no poder, houve escândalos e tudo que pudesse afetar sua imagem, mas mesmo assim ele conseguiu colocar e deu todo apoio a atual presidente do Brasil Dilma, mas uma vitória para ele. 

   No governo Dilma muitos escândalos alastram Brasília, o julgamento do MENSALÃO  é um dos motivos que causou as manifestações no BRASIL. Saliento que em represália aos políticos condenados pelo STF neste ano na presidência do Ministro Joaquim Barbosa, lançou-se a PEC 33, para limitar o poder do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL e a PEC 37, para limitar o poder de investigação dos  MPF,  ao qual todos os demais abaixo dele deverão seguir as mesmas orientações. 

   Logo o Governo não saber por que está surgindo essas manifestações pelo brasil e pelo mundo. Muitos adebtos do Governo Dilma  estão compartilhando imagens como essa acima pedindo apoio a Dilma, é sabido que pessoas assim vivem na suspeição, visto que nada é de graça, nada á ao acaso, tudo tem seu preço. 

   Eu não sou apolítico, sou um cidadão que discuto política com base nas necessidades da coletividade e não nas necessidades de cestas básicas, é essencial que devemos ajudar os menos favorecidos, é essencial que devemos ajudar com auxílios financeiros, mas também não devemos tão somente criar dependentes de bolsas, devemos oportunizar o povo a ter o desenvolvimento profissional e intelectual protegidos, enquanto em paralelo trabalham em empresas públicas, privadas, autarquias, órgãos públicos, entre outros meios que possam almejar dinheiro pelo seu trabalho, vamos ajudar, mas ajudar para desenvolver e não para "parasitar" as pessoas torná-las dependentes de "BOLSAS", vamos além da ajuda financeira, vamos conveniar postos de trabalho, o povo precisa de maioridade por trabalho digno, o jovem precisa ter a mente ocupada com o profissionalismo e enxergar nas pessoas da sua comunidade e uma inspiração de vida, respeitar sua comunidade e ajudar o próximo.

   Deixemos de endeusar as figuras comprometidas com grandes empreiteiras, grandes empresários, que não tem comprometimento com a comunidade, precisamos de mais lisura nos processos como um todo, precisamos de transparência e resultados, precisamos que se faça emergir o PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA.

   Pontos a serem analisados, relacionando serviços públicos e serviços privados:

 01 - SAÚDE PÚBLICA RUIM, MELHOR PARA OS EMPRESÁRIOS DE PLANOS DE SAÚDES, BEM COMO PARA AS POLICLÍNICAS QUE SURGEM COMO VENDEDOR PORTA-A-PORTA; 

  02 -  EDUCAÇÃO PÚBLICA DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO RUIM, MELHOR PARA OS EMPRESÁRIOS DE ESCOLAS PRIVADAS E CURSINHOS PARA PREPARATÓRIOS PARA O ENEM;

  03  -   POSTOS DE TRABALHOS DIGNOS ESCASSOS X POSTO DE TRABALHOS OPERACIONAIS ( PESADO, POIS GERA ESGOTAMENTO FÍSICO) EM GRANDES QUANTIDADES, aos quais muitos sofrem o descaso de trabalhos pesados e assim não conseguem estudar de maneira digna devido ao cansaço físico causado por trabalho excessivamente exaustivo para o desenvolvimento intelectual de qualquer pessoa que venha trabalhar nestas condições.

   04    -    IDEOLOGIA DO MEDO é o que pregado em muitos locais  e na mente das pessoas, OMISSÃO das autoridades competentes.

    05  -   Existem muitos outros a serem enaltecidos, mas ficaremos para outras oportunidades;

  Então termino esse meu desabafo com uma pergunta e sugestões.

 PERGUNTA: VOCÊ ACHA QUE FUNDAMENTALISTAS SÃO CONFIÁVEIS?

  SUGESTÃO: NÃO SE DEIXE LEVAR POR DEFESAS VAZIAS, BUSQUE OUVIR A TODOS E DEPOIS TIRE SUAS CONCLUSÕES.